Bom, esse negócio de blog dá muita preguiça de fazer. Mas, para tentar continuar com isso, vou tentar manter atualizado pelo menos toda semana... -_-''
Enfim! Andei lendo coisas muito interessantes ultimamente e, se você está atrás da resposta para a pergunta "Qual o contrário de Amor?", provavelmente aqui você encontrará a resposta. A resposta é...
Cobiça.
"Como assim??" você deve estar se perguntando neste momento. Vamos lá. Primeiramente, vamos deixar bem claro que o Amor que eu estou falando é aquele bem diferente da Paixão e do Amor segundo os dicionários ou do entendimento comum. No livro "Homem que é Homem", de Edwin Louis Cole e Doug Brendel, é levantada a questão do Amor segundo a definição biblica. "Pelos parâmetros divinos, o Amor não é um sentimento. E por vezes nem proporciona uma sensação agradável", é desse Amor que pretendo falar sobre.
"O homem moderno confunde Amor com desejo. Ele rebaixa o Amor ao nível de mera função glandular, como uma reação que tem ao ver um decote ou uma minissaia. Nem toda paixão é necessariamente amor; nem todo amor traz consigo a paixão." Esse trecho resume bem a situação atual do entendimento sobre o Amor. Talvez você possa achar bobagem, mas, saiba que "há uma enorme diferença entre a sabedoria divina e a humana. O homem com sua sabedoria carnal elaborou seu próprio sistema de valores para satisfazerem seus desejos." E isso nos leva a Cobiça.
E o que é exatamente a Cobiça? "A cobiça é a busca constante da satisfação de nosso ego as custas de Deus ou de outrem. É uma extrema preocupação com aquilo que nosso ego deseja, a satisfação ou gratificação dos desejos da carne". Na realidade, não há nada de novo nessa definição, sendo semelhante ao de qualquer dicionário atual: desejo veemente de conseguir alguma coisa. Assim, é muito fácil agora perceber porque o contrário de Amor é a Cobiça, pois um é exatamente o contrário do outro. Enquanto um dá, o outro quer receber. Aqui, o livro faz uma ótima comparação:
"O verdadeiro Amor é sempre doador. Por natureza, ele sempre deseja satisfazer a quem ama. (...) A Cobiça, ao contrário, quer receber. Sua tônica é basicamente o egoísmo. O Amor dá; a Cobiça estende a mão e pega". Ainda mais a frente "é fácil saber quando a cobiça está nos dominando: quando desejamos satisfazer-mos as custas de outrem. Da mesma forma, pode-se saber quando é o Amor que predomina: desejamos satisfazer o ente amado, mesmo que para isso tenhamos de sofrer alguma perda."
Bom, era mais ou menos isso que eu quis passar. Muitas pessoas também costumam confundir o Amor com o "gostar", com o relacionamento amoroso. Interessante que, quando confessamos a nossos pais e irmãos que os amamos, estamos fazendo o uso correto da palavra Amor, enquanto que, dizer que a um amigo ou amiga o quanto você o ama, essa declaração pode ser mal interpretada por aqueles que a ouvem. Por isso, antes de dizer que ama alguém, lembre-se bem de pensar se o que você realmente sente por ela é Amor, ou se não passa de mera Cobiça. Dar um presente de aniversário pensando em receber no seu próprio aniversário não passa de cobiça pura! Dar a mulher que você "ama" uma flor, mas esperando receber um beijo ou um abraço, não passa de cobiça, e não amor. Preparar uma noite romântica com o namorado, esperando que ele faça alguma coisa por você depois (qualquer coisa), é mais uma demonstração de cobiça. Os exemplos são quase infindáveis, se você levar em consideração as definições que dei a Amor e Cobiça.
sábado, 15 de agosto de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Começando!!
Olá a todos. Esse é o primeiro blog que crio e já comecei puto por terem roubado o meu apelido pra colocar na URL do blog. Quem diabos vai usar cunhao no endereço? Eu pensava que só eu era doido pra fazer isso.. mas parece que ainda tem muito o que eu não vi por aí..
Enfim, para quem clicou no link que coloquei no orkut e estiver interessado na continuação do "texto", pode continuar lendo. Talvez, se tiver alguma coisa pra dizer, irei comentar ao final.
-----------------------------
#Prefácio#
O mestre da sensibilidade teve uma existência pautada por desafios, perdas, frustrações e sofrimentos de toda ordem. Ele tinha todos os motivos para ter depressão durante sua trajetória dee vida, mas não a adquiriu; pelo contrário, era alegre e seguro no território da emoção. Tinha também todos os motivos para ter ansiedade, mas não a adquiriu; pelo contrário, era tranquilo, lúcido e sereno. Todavia, no Getsêmani, expressoi que sua alma estva profundamente triste. O que ele vivenciou nesse momento: depressão ou uma reação depressiva momentânea? Qual a diferença entre esses dois estados? Quais procedimentos Cristo adotou para administrar seus pensamentos e superar sua dramática angústia?
Jesus disse: "Pai, se possível, afaste de mim este cálice, mas não fça como eu quero, mas como tu queres!". Ele hesitou diante da sua dor? Alguns veem ali recuo e hesitação. Todavia, se estudarmos detalhadamente seus comportamentos, compreenderemos que ele expressou, naquela noite densa e fria, a mais bela poesia de liberdade, resignação e autenticidade.
Estava plenamente consciente do cálice que iria beber. Seria espancado, açoitado, zombado, cuspido; teria uma coroa de espinhos cravada em sua cabeça e, por fim, passaria por seis longas horas na cruz até sua falência cardíaca.
A psicologia e a psiquiatria tem muito a aprender com os pensamentos e reações que o mestre expressou ao longo de sua história, principalmente nos seus últimos momentos. Diante das mais dramáticas situações, ele demonstrou ser o mestre dos mestres na escola da vida. Os sofrimentos, ao invés de destruí-lo, refinavam-lhe a arte de pensar. As frustrações, ao invés de desanimá-lo, renovavam-lhe as forças.
A missão, propósito ou objetivo de Jesus Cristo é impressionante. Não queria apenas colocar o homem numa escola de sábios, mas também emergi-lo na eternidade. Ele valorizava o homem ao máximo, por isso nunca desistia de ninguém, por mais que o frustrassem. Sob o cuidado afetivo dele, as pessoas começaram a contemplar a vida sob outra perspectiva.
Investigar a sua personalidade nos fará assimilar mecanismos para expandir nossa qualidade de vida e prevenir as mais insidiosas doenças psíquicas da atualidade: a depressão, a ansiedade e o stress.
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Bom, essa é a primeira parte do livro "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre da Sensibilidade" e tenho a intenção de postar todo o livro aqui. E depois, gostaria de pôr outros títulos e dividir aquilo que estou lendo com qualquer um que esteja interessado. Prometo que não será nada chato ou tedioso!
Ah sim! Para aqueles de outras religiões, crenças ou que não possui nenhuma, perceba que esse livro não é uma discussão sobre fé ou o "sobrenatural". A existência de Jesus é comprovada pela ciência e a sua biografia, mesmo contada através da Bíblia, é perfeitamente válida historicamente. Essa é a idéia do livro, expor a personalidade de Jesus de um modo totalmente diferente
Ainda, o autor desse livro é Augusto Curry, renomado psiquiatra, psicoterapeuta e cientista, com mais de 20 anos de estudo na área da psicologia, sendo o diretor da Academia de Inteligencia Multifocal, instituto de treinamento para psicólogos, educadores e profissionais de recursos humanos.
Enfim, para quem clicou no link que coloquei no orkut e estiver interessado na continuação do "texto", pode continuar lendo. Talvez, se tiver alguma coisa pra dizer, irei comentar ao final.
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#Prefácio#
O mestre da sensibilidade teve uma existência pautada por desafios, perdas, frustrações e sofrimentos de toda ordem. Ele tinha todos os motivos para ter depressão durante sua trajetória dee vida, mas não a adquiriu; pelo contrário, era alegre e seguro no território da emoção. Tinha também todos os motivos para ter ansiedade, mas não a adquiriu; pelo contrário, era tranquilo, lúcido e sereno. Todavia, no Getsêmani, expressoi que sua alma estva profundamente triste. O que ele vivenciou nesse momento: depressão ou uma reação depressiva momentânea? Qual a diferença entre esses dois estados? Quais procedimentos Cristo adotou para administrar seus pensamentos e superar sua dramática angústia?
Jesus disse: "Pai, se possível, afaste de mim este cálice, mas não fça como eu quero, mas como tu queres!". Ele hesitou diante da sua dor? Alguns veem ali recuo e hesitação. Todavia, se estudarmos detalhadamente seus comportamentos, compreenderemos que ele expressou, naquela noite densa e fria, a mais bela poesia de liberdade, resignação e autenticidade.
Estava plenamente consciente do cálice que iria beber. Seria espancado, açoitado, zombado, cuspido; teria uma coroa de espinhos cravada em sua cabeça e, por fim, passaria por seis longas horas na cruz até sua falência cardíaca.
A psicologia e a psiquiatria tem muito a aprender com os pensamentos e reações que o mestre expressou ao longo de sua história, principalmente nos seus últimos momentos. Diante das mais dramáticas situações, ele demonstrou ser o mestre dos mestres na escola da vida. Os sofrimentos, ao invés de destruí-lo, refinavam-lhe a arte de pensar. As frustrações, ao invés de desanimá-lo, renovavam-lhe as forças.
A missão, propósito ou objetivo de Jesus Cristo é impressionante. Não queria apenas colocar o homem numa escola de sábios, mas também emergi-lo na eternidade. Ele valorizava o homem ao máximo, por isso nunca desistia de ninguém, por mais que o frustrassem. Sob o cuidado afetivo dele, as pessoas começaram a contemplar a vida sob outra perspectiva.
Investigar a sua personalidade nos fará assimilar mecanismos para expandir nossa qualidade de vida e prevenir as mais insidiosas doenças psíquicas da atualidade: a depressão, a ansiedade e o stress.
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Bom, essa é a primeira parte do livro "Análise da Inteligência de Cristo: o Mestre da Sensibilidade" e tenho a intenção de postar todo o livro aqui. E depois, gostaria de pôr outros títulos e dividir aquilo que estou lendo com qualquer um que esteja interessado. Prometo que não será nada chato ou tedioso!
Ah sim! Para aqueles de outras religiões, crenças ou que não possui nenhuma, perceba que esse livro não é uma discussão sobre fé ou o "sobrenatural". A existência de Jesus é comprovada pela ciência e a sua biografia, mesmo contada através da Bíblia, é perfeitamente válida historicamente. Essa é a idéia do livro, expor a personalidade de Jesus de um modo totalmente diferente
Ainda, o autor desse livro é Augusto Curry, renomado psiquiatra, psicoterapeuta e cientista, com mais de 20 anos de estudo na área da psicologia, sendo o diretor da Academia de Inteligencia Multifocal, instituto de treinamento para psicólogos, educadores e profissionais de recursos humanos.
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